O delegado Tibério Martins Cardoso, que
inverstiga o caso. Foto: Jaldene Nunes
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O trabalhador de 80 anos foi morto a tiros em seu local de trabalho, provavelmente na madrugada desse domingo (3), no complexo de garagens das secretarias municipais de Transportes e de Infraestrutura e Desenvolvimento Urbano, onde também havia um depósito de materiais apreendidos que seria de responsabilidade do Poder Judiciário.
A Polícia Civil já conseguiu algumas imagens, de câmeras de segurança nas adjacências da Garagem Municipal, a partir das quais foi determinada uma das linhas de investigação.
"A princípio temos duas linhas, mas pode ser que, no decorrer das investigações, a gente mude ou amplie o nosso leque de opções", confirmou o delegado, que se limita a dar informações à imprensa para não prejudicar a completa elucidação do crime.
A princípio, o caso é investigado como latrocínio (roubo seguido de morte). No decorrer da apuração do fato, porém, a autoridade policial determinará, com a ajuda da perícia criminal, se a morte do vigilante foi praticada antes do roubo ou se foi o roubo antes da morte.
"Mas, de qualquer forma, vai ser difícil excluir a hipótese do latrocínio", afirmou Tibério.
O delegado e sua equipe estão diligência, passaram a colher dados sobre a possível autoria e a ouvir pessoas que possam ter algum envolvimento. "A partir daí, vamos tirar as nossas conclusões e chegar ao suspeito o mais rápido possível", promete o delegado.
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